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Villa Romana da Tourega

Com vista para o lago artificial da barragem da Tourega e para a serra de Monfurado, encontra-se uma villa romana que pertenceu a Quinto Júlio Máximo e à sua família senatorial de origem eborense. Situada estrategicamente perto da via romana entre Évora e Alcácer do Sal e perto de um curso de água, esta villa viu ocupação entre o século I a.C. e IV d.C. ou inicio do século V a.C., o qual foi determinado através da datação de peças cerâmicas encontradas durante as várias escavações do local.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre os 450 metros quadrados a descoberto, destacam-se o complexo das termas que tem à vista fornalhas, banhos quentes, frios, mornos e salas de massagem. O complexo ainda não foi, na sua totalidade, escavado apesar das numerosas intervenções arqueológicas, sendo que pensa-se que a villa seja mais luxuosa do que os vestígios até agora encontrados deixam parecer. É importante denotar que perto da villa encontram-se uma igreja e uma casa quinhentistas, bem como um cemitério. As escavações ocorreram entre 1985 e 1996, posteriormente apenas viu ações de valorização, prospeção ou levantamento até 2002. Até 1987 as operações foram lideradas por Luísa Ferrer Dias sendo que no ano seguinte as operações passaram para as mãos de Inês Vaz Pinto com colaboração de Catarina Viegas, ficando desta forma o projeto de investigação ligado à Universidade Lusíada. Como é um monumento inserido no meio rural, é inegável a beleza paisagística que o visitante, estando em frente do complexo arqueológico, vislumbra quer para o lago artificial criado pela barragem quer para a serra do Monfurado e área circundante com um traçado tipicamente alentejano.

Texto e pesquisa científica: Nuno Pardal Trindade

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